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News Motivacional Nº 561 PDF Imprimir E-mail
         

Porque ao crescer perdemos nossa criatividade?

Graças principalmente a televisão, hoje as crianças têm mais informação sobre coisas e lugares, mas menos experiência concreta. Na verdade conhecem mais e compreendem menos. O contato direto que, no passado a criança tinha com a agricultura, por exemplo, ensinava-lhe que a vida é um processo com começo, meio e fim. Em virtude de sua rápida sucessão de imagens, a televisão destrói esse senso de processo e dá ilusão de que as coisas apenas acontecem.

Raramente a criança tem a oportunidade de descobrir de onde vem as coisas que utiliza, e muito menos como são feitas. “O refrigerante vem em latas; a pipoca em pacote que se leva ao microondas”. A criança não tem como avaliar o tempo e o trabalho gastos nas lavouras e na criação das vacas que dão o leite que ela bebe.

Na minha opinião, as crianças que moram na roça são ótimas em resolver problemas, porque estão acostumadas a observar os pais improvisando quando algo dá errado. Se um boi de uma tonelada teima em não entrar no caminhão, eles não vão chamar um especialista em movimentação de bois, mas procuram um jeito de resolver o problema eles mesmos.

O que aprendo com isso? Nossa experiência de criatividade na infância é responsável por muito do que fazemos na idade adulta. Então, a primeira exigência para tornarmos adultos criativos é enriquecer as novas gerações de crianças de muita, muita experiência.

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A criança que brinca, será um adulto criativo...

Estamos na década de 1950. Na cozinha, a mãe abre latas e despeja o conteúdo na panela de pressão. O filho escoteiro quer ganhar uma medalha de filmagem. O pai lhe deu uma câmera super-8. De repente, vem-lhe a inspiração para um filme de terror.

Para uma tomada, ele necessita de um líquido vermelho, parecido com sangue, escorrendo de um armário da cozinha. Então, a mãe então sai e compra trinta latas de cerejas e despeja-as na panela, obtendo um maravilhoso xarope vermelho.

A mãe não é do tipo que diz: “Vá brincar lá fora. Não quero essa porcaria aqui dentro de casa”. Ela é mais prestimosa: deixa-lhe a casa livre para que a transforme em estúdio cinematográfico, removendo móveis, estendendo panos de fundo sobre as coisas, ajudando-o a fazer roupas e até atuando em seus filmes.

A cena da cozinha “ensanguentada” lembrou a mãe mais tarde, obrigou-a a catar cerejas pelas gavetas e armários por algumas horas. O nome do filho: Steven Spielberg.

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