Onde o espírito do cliente está voltado para compras?

     

Em sua maioria, os projetistas de lojas de roupas fazem todo o possível para que possamos tocar os produtos que estão à venda. Mas, na hora de projetar os provadores, mostram sua total falta de experiência, pois eles são muito mais importantes do que a própria loja. 

A taxa de conversão dos clientes aumenta 50% quando há contato iniciado por um vendedor e chega a dobrar quando o provador é usado. Em outras palavras: um cliente que fala com vendedor e prova uma roupa é duas vezes mais passível de comprá-la do que aquele que não faz nada disso. 

Mas, o que vemos na maioria das lojas, são provadores com uma qualidade péssima. Pequenos cubículos, com espelho que distorcem o corpo, mal iluminado, sem tapetes e empoeirados. Além disso, a mulher precisa de uma pequena ante-sala fora do provador para que ela possa olhar a roupa de vários ângulos, e isso é raro encontrar. Eles não são mera conveniência, pois quem compra algum produto gasta entre um quarto e um terço do tempo total provando as roupas.

Se o cliente entrou para provar uma camisa, o vendedor pode sair em busca de uma calça, camisa ou de um cinto, já que muitas vezes o acessório certo vende o traje. Quando o cliente está no provador, seu espírito é totalmente de compras, e nós temos que aproveitar essa oportunidade. Mas, em vez de tirar vantagem desse momento, a maioria das lojas o joga fora. Em qualquer outro negócio, esse tempo seria cobiçosamente considerado "o encerramento da venda".

Os móveis deveriam ser o que você desejaria para o quarto de seus sonhos. A iluminação deveria fazer todas as mulheres se sentirem maravilhosas. Os espelhos deveriam ser grandes, abundantes e de primeira qualidade, com molduras para um retrato lisonjeador, não um mero pedaço de vidro pendurado por grampos em uma parede rebocada. 

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